Banco Best – Innovative & Award Winning One-Stop-Shop Website For Online Financial Services| High-Yield Savings & Online Banking | Funds, ETFs & Certificates | Stocks, Warrants, Forex, CFDs & Futures | Banco Best. Ao lado de quem vai à frente.
Ignorar ligação
Ignorar ligação
Ignorar ligação

Descubra as tendências e fique mais à frente

Com o Radar aceda a dados exclusivos sobre os mercados e performance de fundos de investimento.

Posicionamento

Recentemente ocorreu o comité de investimento do Banco Best, onde foram analisados os acontecimentos económicos mais recentes e definida a visão sobre as diferentes classes de ativos de investimento.

Send Messages

Receber atualizações

Ligeiramente Positivo

Ligeiramente Positivo

Neutro

Neutro

Ligeiramente Negativo

Ligeiramente Negativo

Liquidez

Neutro

Mantemos uma posição neutra em liquidez, pois continua a oferecer estabilidade e rendimento num contexto de volatilidade intermitente.

Alternativos

ligeiramente positivo

Os investimentos alternativos continuam a desempenhar um papel relevante na diversificação. O ouro mantém-se atrativo como ativo de refúgio, enquanto infraestruturas e ativos reais beneficiam de temas estruturais como a transição energética e a digitalização.

Obrigações

Ligeiramente Positivo NeutroNeutro

Preferimos uma abordagem prudente, com duration controlada e foco em qualidade. Investment grade mantém-se como a principal fonte de rendimento estável, enquanto High Yield continua menos atrativo face ao binómio risco-retorno. A dívida emergente permanece interessante, suportada por yields reais elevadas e dólar mais fraco.

Ações

Neutro Ligeiramente Negativo

Num enquadramento favorável, privilegiamos uma diversificação regional que beneficie de valorizações mais atrativas e motores de crescimento diferenciados, aumentando, para tal, a exposição à Europa e a mercados desenvolvidos fora dos EUA e a Europa. Mantemos o posicionamento neutral a ações dos EUA e a sobre-exposição a ações dos mercados emergentes.

Estados Unidos: A economia norte-americana mantém um cenário de crescimento sólido, ainda que com sinais de fragilidade no mercado de trabalho e no consumo, com impacto mais sentido pelos consumidores de rendimento médio e baixo. Com a inflação a mostrar sinais mistos, o Fed mantém, para já, uma postura de espera. O mercado antecipa ainda dois cortes de taxas em 2026. Persistem riscos associados às tarifas, ao endividamento e à incerteza política.

Zona Euro: Na Zona Euro, o crescimento surpreendeu positivamente em 2025 e deverá manter se sustentado em 2026, ainda que em níveis contidos, beneficiando de uma política orçamental expansionista, em particular na Alemanha. Subsistem riscos estruturais e geopolíticos. Apesar de uma inflação abaixo da meta, o BCE deve manter os juros inalterados.

Riscos globais: As tensões geopolíticas, o aumento do endividamento público e empresarial e os impactos das tarifas continuam a representar riscos relevantes. A volatilidade deverá manter se elevada, reforçando a importância da diversificação.

Mercados em Rotação: O enquadramento macroeconómico mantém-se construtivo, com crescimento, inflação e resultados empresariais a suportarem uma postura de risco moderado. Apesar de um ambiente aparentemente calmo, coexistem sinais divergentes nos mercados, o que tem originado rotações entre regiões, setores e estilos, reforçando a importância da diversificação.

Ações: O foco na Inteligência Artificial entra numa fase de maior seletividade, com distinção clara entre vencedores e perdedores. Observa-se uma rotação para fora dos EUA, beneficiando outras regiões e estilos mais expostos a valorizações atrativas, num contexto de um dólar mais fraco e maior procura por diversificação.

Obrigações: Nos mercados obrigacionistas, as yields mantêm-se relativamente estáveis, com o Fed e o BCE a adotarem uma postura cautelosa. As obrigações continuam a desempenhar um papel estabilizador nas carteiras, com preferência por crédito de qualidade, enquanto a dívida emergente beneficia de yields atrativas e do enfraquecimento do dólar.

Saiba o que marcou o mundo financeiro em fevereiro de 2026

  • Análise mercados financeiros

  • Performance
  • Disrupção da IA, Tarifas e Tensões Geopolíticas impactam no Mercado

    Para que não perca de vista o que de mais importante se passou neste mês, destacamos de forma sucinta os principais acontecimentos que marcaram a economia global e os mercados financeiros.

    Destaques

    Escalada da guerra no Médio Oriente: ataques dos EUA e de Israel ao Irão a 28 de fevereiro, motivarem ataques retaliatórios do Irão contra Israel, bases militares EUA e países seus aliados.

    Supremo Tribunal EUA: declarou ilegais as tarifas anunciadas em abril 25. Trump respondeu com uma nova tarifa global de 10% a acrescer às já em vigor.

    Japão: o partido que suporta o governo venceu as eleições legislativas (alcançou 352 dos 465 lugares).

    Facto do Mês:

    Excecionalismo dos EUA?
    O seu fim saiu reforçado em fevereiro. Um Governo dos EUA imprevisível, errático e atuante em várias frentes geopolíticas, reforçou o alerta do 1º Ministro do Canadá: "A era de uma ficção confortável chegou ao fim, e começou uma realidade brutal." (...) "Se não estivermos à mesa, estaremos no menu."

    Ao nível da economia global, o mês foi marcado pelos seguintes fatores e acontecimentos:

    Economia Global

    EUA: PIB desacelerou de 4,4% para 1,4% QoQ anualizado no 4Q 25 (devido ao encerramento do governo). O PCE (medida de inflação predileta da Fed) de dezembro subiu para 2,9% YoY (para máximos desde março 24). Mercado de trabalho recuperou em janeiro (aumento da criação de emprego e descida na taxa de desemprego para 4,3%).

    ZONA EURO: a inflação de janeiro recuou para1,7% YoY (mínimo desde set.24). O PMI Industrial subiu de 49,5 para 50,8 pontos em fevereiro, sinalizando o regresso da atividade industrial à expansão.

    CHINA: o em janeiro, o IPC recuou de 0,8% para 0,2% YoY, mantendo as pressões desinflacionistas. O IPP recuou de -1,9% para -1,4% YoY.

    O acompanhamento da evolução dos mercados financeiros, a par da diversificação de investimentos, é um pilar base para a construção de uma carteira de investimentos adequada. Saiba resumidamente o que marcou os diferentes mercados este mês.

    Mercados

    AÇÕES: preocupações com o potencial disruptivo da IA, o regresso da incerteza com as tarifas, o escalar das tensões entre os EUA e o Irão, fizeram as ações dos EUA (concentradas em tecnologia) deslizar em março. Onde nem uma forte earnings season, conseguiu inverter o tom de aversão ao risco. Outras bolsas beneficiaram do processo de diversificação para fora dos EUA, com o europeu Stoxx 600 a atingir novos máximos; Tóquio a subir mais de 10% MoM, na sequência do reforço das expetativas com as políticas expansionistas do governo pós eleições legislativas.

    OBRIGAÇÕES: a dívida pública de mercados desenvolvidos tiveram um retorno positivo em fevereiro, com a respetiva descida das yields (com o Treasury 10Y a fechar o mês abaixo dos 4%). Este movimento deveu-se à procura de ativos de qualidade face aos receios dos investidores já acima referidos nas ações, mesmo com os receios de uma inflação alta e persistente nos EUA. Apesar do aumento dos riscos geopolíticos, a dívida em moeda local dos mercados emergentes manteve o seu bom desempenho.

    CÂMBIOS: o dólar inverteu a tendência de desvalorização face ao euro apoiado por uma minutas da Fed mais hawkish; pelo aumento das tensões EUA/Irão. receios com a IA e tarifas que fizeram aumentar a procura por ativos de refúgio.

    MATÉRIAS-PRIMAS: voltaram a subir em fevereiro. O ouro, após a elevada correção no final de janeiro, subiu cerca de 8% MoM, sendo considerado um ativo de refúgio. O aumento dos níveis de inventário nos EUA pressionou o petróleo, que também subiu face à escalada das tensões no Médio Oriente no final do mês.

    Fundos selecionados: 0
    Comparar fundos

    Não é possível comparar mais do que 5 fundos

    Bea

    Ainda tem dúvidas? Nós ajudamos.

    Pergunte à sua assistente digital que está sempre disponível para o ajudar no seu dia a dia.